sexta-feira, julho 22, 2011

Amizade.


O dia do amigo foi ontem, e por falta de tempo, não fiz nenhum comentário a altura do que esse dia representa. Amigo, um substantivo, uma característica, uma coisa complexa de se explicar. Tive amigos de vários tipos, os agitados, os amigos de classe, amigos de balada, amigos pra tudo mas ao mesmo tempo pra nada, amigos distantes, amigos que eu nunca vi na vida, e por aí vai. Lembro dos meus amiguinhos do colégio, quando estudava no Balão Mágico ainda, e é mágico ter alguns deles ainda presente em minha vida, como Lívia, amiga pra tudo, pra agitar, pra consolar, pra riscar minha agenda, uma das melhores que eu já tive, Neto, que eu conheci quando era gordo AUHSUAHSA, sempre lá quando eu mais preciso, outros que foram embora mas fazem falta, Alane, le roots, Bruna, apaixonada por cachorros, e os que por coincidência, estudam comigo nesse último ano do colégio, Patrick, Débora, Bárbara, etc. E tem aqueles que foram - e são - muito especiais, Tálisson, o único que entende minhas crises de fangirl, Poliana, tão cute e estudiosa, Gracy, essa peste doida, parceira do álcool, Maria Luísa, especial de um jeito que eu nunca consegui descrever, Cynthia, tão insana quanto eu, Críscia, pra tirar sarro do povo e me fazer rir com tudo, Gaby, que me defendeu quando ninguém estava do meu lado... E as que eu posso dizer com convicção que são as melhores: Jéssica, Isinha, Carolina, dessas eu falo mais tarde. Os que passaram e me fizeram rir, Aldo, mano do hip hop no more, Aninha, insana, os que me enchem o saco na aula, Martins, Nascimento, Bacelar, Cara de me gusta, os que eu conheci pelo fake, Ally, Mandy, Vicky, Ana Clara, Natália, Isabela Raíssa, Gir, Kurt, Ecstasy, ... Os que me provaram que distância não é nada, Toxie tarado, o único que eu sigo no formspring e que tem a capacidade de me fazer usar esse troço chato. Thainá, o ombro amigo mais paciente que eu já conheci, que eu nunca conheci de verdade mas é como se fosse minha amiga desde a infância. A Epic, que... Ah, sei lá, SUHAUHSA tão carinhosa e rawn, minha gamer. <3 E a Reeeeeeeeev, que foi comigo pro show do Placebo, me acolheu em sua casa quentinha, e me deu pizza. Sinta-se, ok? HAHA São tantos, uns que eu não vejo mais, mas que possuem alguma coisa especial que me faz lembrar até hoje. Ainda tiveram os amigos que eu arrumei namorando, mas não quero falar sobre isso. De qualquer forma, eu amo todos vocês e sempre vou amar. Jess, Isa e Carol, obrigada por tudo e todos os momentos bons desse ano. Quando me pedirem pra escolher uma coisa especial pra levar a bordo de le nave espacial, vou levar uma foto de cada uma, rá. UAHSUAHSUASH Só espero não cair num buraco negro, mas enfim.

Feliz dia do amigo atrasado, pessoal.

quinta-feira, julho 21, 2011



Cover up with make up in the mirror
Tell yourself it's never gonna happen again
You cry alone and then he swears he loves you.
Do you feel like a man
When you push her around?
Do you feel better now as she falls to the ground?
Well I'll tell you my friend, one day this world's going to end
As your lies crumble down, a new life she has found.
Face down in the dirt she says,
This doesn't hurt, she says, I finally had enough.

quarta-feira, julho 20, 2011

death must be so beautiful. 
to lie in the soft brown earth, with the grasses waving above one's head, 
and listen to silence. 
to have no yesterday, and no tomorrow. 
to forget time, to forgive live, to be at peace.


I don't know who he is.
He followed me in the street.
He tried to rape me. He's a lunatic.
I don't know what he's called.
I don't know his name.
I don't know who he is.
He tried to rape me.
I don't know.
I don't know him.
I don't know who he is.
He's a lunatic.
I don't know his name.



Last Tango In Paris. 

terça-feira, junho 28, 2011

Quando aprendi a me amar.

Quando aprendi a me amar, deixei tudo de lado e procurei um foco, algo que me desse um sentido, uma direção. Minha vida estava uma bagunça! Eu era muito boa em lidar com as pessoas, mas não conseguia encarar a realidade dentro de mim. Percebi que não adiantava tratar todo mundo como eles querem, e que não se agrada a todo mundo. Assim que fiquei cara a cara com o meu eu interior, pude notar os meus defeitos e aceitá-los. Passei mais tempo sozinha, sentada em algum lugar bem iluminado e ventilado, apenas para refletir sobre a vida e pensar em tudo que passei. Confesso que no começo sofri, e não foi um dia, ou uma semana. Foram noites em claro, sem saber o que fazer. Fiquei sem o meu habitat espiritual, perdi até um grande amor, que me confortava e me apoiava em tudo. E foi melhor assim, pois tive que começar do zero, procurar novos lugares e novas oportunidades. Maravilhosa é a sensação de ser livre, de poder fazer o que quiser sem compromissos. Anos se passaram, eu sei, mas nunca é tarde para se recomeçar


Senti o gosto do chá, a brisa bater em meu rosto, os pés se deliciando na água quente, e a chuva encharcando toda a minha roupa. Notei que ao meu redor havia pessoas que sempre me amaram, e assim pude retribuir todo o amor que me dão. Hoje sou grata por ter amigos que nunca me abandonaram nessa jornada. (PS: Isinha e Jéssica, amo vocês <3) Comecei a entender meus pais, pois é como dizem, que na infância nós não vemos defeitos em nossos pais, mas devemos perdoá-los quando crescemos. Parei de reclamar de coisas bobas. Não vou morrer se ficar uma semana sem internet ou televisão, existe muita gente com problemas bem piores do que essas besteirinhas da vida. Então, quando passei a me aceitar, aprendi a amar a Deus acima de todas as coisas, e jamais colocar algo ou alguém em seu lugar. Ele é o único que nunca vai nos abandonar, pois sempre estará ali, pronto pra nos ouvir. Comecei a aceitar outros pontos de vista, e defendi mais ainda os direitos de todo mundo, respeitando mesmo sem concordar.


Perdi o medo. Sabe, eu tinha um receio extremo de falar com as pessoas, por ser assim, nerd, desajeitada, então eu perdi o medo e mesmo trocando as sílabas, falei mais com as pessoas, e comecei a expor minha opinião. E o medo de amar? Perdi também! Esqueci essa parte do sofrimento: as pessoas estão tão pessimistas que só conseguem lembrar das coisas ruins da vida. É uma questão de escolha, querer viver se lamentando ou guardar os bons momentos no coração e seguir em frente. Então eu joguei todo esse medo pra longe e me lancei na vida.

Aprendi a pedir desculpas mesmo quando não tinha a culpa, e a prestar mais atenção nas pessoas. Decepcionei-me, mas não o bastante pra perder fé no amor e na justiça. Quanto às almas ruins, deixo que a vida as dê uma lição. E o mais importante: passei a cuidar de mim. Arrumei minha própria casa e plantei lindas flores no jardim do meu coração, para que todos que passem por ele possam se encantar e voltar outra vez. Deixei de ser um corpo iluminado, tornei-me luminoso. Brilhando com a luz que Deus colocou em mim desde o momento em que nasci. E tudo isso sem deixar a humildade de lado. A gente precisa se amar, e não deixar que pisem em nós, mas jamais querer passar por cima de alguém. E hoje me sinto feliz assim. Posso ir dormir tranqüila, porque sei que tenho tudo que preciso e que vou realizar meus sonhos o mais cedo possível. 

Então se você está se sentindo pra baixo, pare um pouco e se atreva a sair dessa bolha que te cerca. Comece a enxergar as coisas boas da vida, ganhe seu próprio brilho para que as pessoas possam te notar como alguém melhor. Ninguém pode tirar a sua felicidade e nada dura para sempre, a não ser o amor de Deus por você. 

Quem nunca ouviu a história da águia que passa muitos dias sozinha, batendo o próprio bico numa pedra para que ele caia e logo outro tome o seu lugar? Pois é, cada um na vida vai ter o seu momento águia, e acreditem, vai doeeeeeeer! Mas logo você estará pronto para voar e aprenderá muito com tudo o que passou.